segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Tubaína- quem nunca tomou ?

Saudosa tubaína





Em Tatuí, acompanhamos a produção da Tubaína Vieira. Com gostinho de infância, a bebida tem até bar especializado em São Paulo




A peruana Verônica Goyzueta formou-se jornalista na Universidade de Brasília. Depois, se mudou para São Paulo e trabalhou como correspondente para jornais da Espanha e do Reino Unido. “Fui ficando, me apegando à cidade. Gosto muito de São Paulo", justifica. Paralelamente ao trabalho, em julho de 2009, Verônica abriu na capital paulista, na região do Baixo Augusta, o Tubaína Bar, endereço temático que comercializa 24 tipos de tubaínas, trazidas principalmente do interior do estado. De fora, só a maranhense Guaraná Jesus e a peruana Inca Kola.
A carta traz ainda quinze drinques à base da bebida. O conceito da casa tenta resgatar a tradição do interior paulista, tanto nas bebidas quanto nas comidinhas que são servidas para acompanhar as tubaínas. Sócia na empreitada, Sol Caldeira é a responsável pela cozinha. “A freguesia é variada: executivos da Avenida Paulista, cinéfilos, baladeiros do Baixo Augusta, nostálgicos e gente do interior que vive na capital. Todos têm uma identificação com o refrigerante”, reforça Verônica. Desses clientes, ela costuma ouvir histórias, lembranças de festas de família, de carnavais.O bar foi o local escolhido para a última degustação às cegas de tubaína promovida pela revista Prazeres da Mesa, publicada na edição junho. Como critério, as candidatas deveriam ser paulistas, consumidas dentro do estado de São Paulo e conter guaraná e xarope de tuti-fruti. Foram analisados o buquê, o gás, o açúcar e o sabor que, quase como o vinho, se “revela” enquanto a bebida está sendo provada.
No balanço final, a Etubaína Orlando, de Ribeirão Preto, e a Cotuba, de São José do Rio Preto, empataram e dividiram o primeiro lugar. O segundo ficou com a Tubaína Vieira, produzida em Tatuí. Na pontuação, que ia de zero a quarenta, ela ganhou nota 34. Foi considerada gostosa: com boa quantidade de gás e doce como uma bala, mas, na medida certa de açúcar.
O iG Comida foi até Tatuí conferir os segredos da Tubaína Vieira, embora os proprietários escondam a sete chaves os ingredientes e medidas da sua composição. “É uma receita familiar e cinquentenária, passada de pai para filho, com o correto processamento de cada um dos ingredientes, aplicados em doses e sequências exatas. Nada mais posso dizer”, conta enigmático Fábio Rossi Rodrigues Alves, sócio-proprietário da empresa familiar, que produz 2 milhões de litros de refrigerantes por mês. São seis sabores: tuti-fruti (carro-chefe), guaraná, abacaxi, soda limonada, laranja e cola.
“É um refrigerante composto por essências e com uma porcentagem de guaraná”, explica Ciro Rodrigues Alves Filho, um dos sócios da empresa e pai de Fábio. Para se ter uma ideia, a produção de tubaína no Brasil abraça 30% do mercado de refrigerantes no país. Não é pouco. No quesito vendas, a empresa assume o primeiro posto entre os produtores da região e o segundo nas outras regiões onde é comercializada.
Os produtos podem ser encontrados em São Paulo, no sul e sudoeste do estado e também no norte do Paraná. A empresa comercializa o refriferante em garrafas de vidro de 600 mililitros e nas do tipo pet, com litragem variada. As de vidro passam por um processo de limpeza e higienização relativamente longo (cerca de uma hora), feito com detergentes especiais e produtos químicos adequados, combinados com água em diversas temperaturas. Depois disso, as garrafas são examinadas uma a uma. O engarrafamento é padrão e também automatizado para os dois tipos de embalagens. A garrafa entra vazia de um lado e sai cheia e tampada do outro, sem contato com o operador. E seguem para a inspeção pós-envase, novamente uma a uma.
Drinques com tubaínaOs bartenders Alex Sena e Isis Moucdcy, do Tubaína Bar, prepararam para essa reportagem dois drinques à base do refrigerante. São fáceis de fazer, bem leves e refrescantes. No bar, custam 15 reais cada. Anote as receitas.

Foto: Rita Grimm



Drinques com tubaína: de sabor abacaxi, decorado com kiwi, e de laranja



Tubaína abacaxi

Ingredientes1 ½ dose de cachaça6 pedaços de abacaxi macerados10ml de xarope de açúcarTubaína de abacaxi a gosto1 fatia de kiwi para decorar

Modo de preparoBata todos os ingredientes em uma coqueteleira, exceto a tubaína de abacaxi. Despeje a mistura em um copo com duas pedras de gelo e complete com a tubaína. Enfeite com a rodela de kiwi.

Tubaína laranja Ingredientes30ml de xarope de açúcar (1 litro de água + 1kg de açúcar, fogo alto até engrossar)1 dose de cachaça70ml de tubaína sabor laranja30ml de xarope ou licor de maçã verde1 rodela de laranja para decorar
Modo de preparoO drinque é montado no copo, em camadas, na seguinte seqüência: xarope de açúcar, cachaça, tubaína de laranja, xarope de maçã verde e, por último, a rodela de laranja para enfeitar.

ServiçoIndústria e Comércio de Bebidas Vieira & Rossi LtdaRua Onze de Agosto, 3287, Tatuí, São Paulo, (15) 3205-7700
Tubaína BarRua Haddock Lobo, 74, São Paulo, (11) 3129 4930

domingo, 10 de outubro de 2010

Campinas - Tourist Supply

Campinas - TOURIST SUPPLY

Natural Resources

· Jequitibá Woods - Rua Coronel Quirino, 2. The wooded area of 11,9 acres (U.S.) includes a number of fresh water spring for drinking, a zoo with 500 birds of different species as well as many other animals, an outstanding collection of Flamingos and Herons. There are five museums, kiosks, snack bars and a city copy of 1834, a theater (Teatro Carlos Maia with 160 seats) and a miniature train traveling through the park. Open from 7:00 A.-M. to 5:30 P. M.
· Taquaral Park - Avenida Heitor Penteado - Taquaral - An área of 197 acres (U.S.) for leisure enjoyment with a lake, three ponds and a wooded picnic area. Paddle boats area available for a trip on the lake and a tour through the park on antique electric streetcars on Saturdays Sundays and holidays. The park has an acoustic music theater (the Beethoven Auditorium with 2.000 seats.
The Afranio Ferreira Jr. racetrack for carts, Dynamic museum of science, sports fields, a jogging track for cooper, a model-airplane field, public swimming pools and bath houses, sports gymnasium "Alberto Jordano Ribeiro” and a replica of the sailing ship of Pedro Alvares Cabral. Fishing is allowed on Saturdays, Sundays and holidays. Open daily from 6 A.M. to 6 P.M.
· Capricorn Observatory- Located on Mount Urânia, district of Joaquim Egidio. It started working on January 15, 1976. If offers various courses in astronomy on various levels. The observatory includes special educational publications on themes relating to astronomy. Open to the public on Sundays from 5 p.m. to 9 p.m. where the visitor can observe the sky by telescope.
· Escola Preparatória de Cadetes do Exército - Av. Papa Pio Xll, 350- Jardim Chapadão. . On January 23, 1959 the school was transferred from São Paulo to Campinas Fellows from all over Brazil car be prepared to enter the Military Academy of Agulhas Negras. It is a school for 760 students attending 3 levels of hiqh school. Its library is opened from 8 a.m to 12 p.m. and 1:30 p.m. to 5:30 p.m.
· Cathedral - This church is located downtown on José Bonifácio Square - Convívio. This building began on October 6 1807 and was completed on December 8, 1883. The external design is the work of the architect Cristovan Bonini and the interior was done by the engineer Dr. Francisco de Paula Ramos de Azevedo. In 1923, the cathedral was remodeled and the large concrete cupola crowned by a statue of the Virgin replacing the previous dome of colored glass. The interior is decorated with red cedarin Brazilian Baroque, whose principal artist was Vitoriano dos Anjos from Bahia. It is open to the public from 6 a.m. daily except Friday.
· Guarantã Park is the third largest recreation area in the city. Located in Jardim New Europa, the park benefits the population of the entire southern region of Campinas. Besides the vast vegetation, the area of 100.000 m2 has a complete sports center, a pond, playground, soccer field, game courts, shufle-board, gymnastic equipament and picnic areas with barbecue facilities.
· Agronomic Institute. -The largest agricultural research center in Brazil. Its goal is the genetic improvement of plants and animals aiming the increase of production or the resistance to insects and plant diseases. 1481 Barão de Itapura Avenue·
Food Tecnology Institute (ITAL) - Its goal is the research and development of technology for food, aiming to identify, select and solve problems on preparation, storage, processing, packaging, distribution and use of major kinds of food through research progrmas and technological assistance. 2880 Brazil Avenue - 41-5222
· Brazilian Coffee Institute:- its object is the entire coffee control in Brazil. 2145 Heitor Penteado Avenue - .
· Biological Institute: its goal is the sanitary control and defense of animals and plants. Km 3 at Heitor Penteado Highway .
· Rural Technical Assistante Coordinator (CATI) -The goal of this center is to increase farm production through improving agricultural activities, the preserving of natural renewable resources and by organizing the rural properties. 2340 Brazil Avenue -
· Adolfo Lutz Institute: Laboratory examinations and public health office. 720 São Carlos Street -

· TOURS

· Maria Fumaça - The oldest steam engine running on twenty-four Kms of railway, just like in the old days. Along this railway can be seen old stations and some trains made up of old passengers cars, 1st and 2nd class, sleeping cars, restaurant and bar. The view along this route is one of the most beautiful with rivers, mountains and cattle raising farms.
Open to the public Saturdays, Sundays and holidays. Departures from the Ahumas station (beside the Carrefour supermarket) from 10a.m., 12a.m.,2p.m., and 4p.m.
· Mata Santa Genebra

SPECIAL EVENTS

· Official Canival of Campinas: according to official calendar.
· Miss Campinas - a beauty contest - January and February.
· Art Fair - Handoraft of Jardim Carlos Gomes - every Saturday throughout the year.
· Art Fair - Handwraft and Titbits at the Cultural Centerevery Sunday.
· Guilherme de Almeida week During the month of May.
· Turistic Photos Contest - appliances starting in August.
· Vacation in the Park- During the month of July.
· Folklore Week - During the month of August.
· Children's Week- 1st fortnight of October. )
· Drawing Contest - 1st fortnight of October.
· City Aniversarry - July 14th
· Carlos Gomes Week - from 11 to 16 of September.
SHOPPING
· Iguatemi Shopping Canter- a modern shopping center in Jardim Brandina covering an area of 13 000 m2 with a parking area for 3.360 cars. There are two hundred stores of the most varied articles.
GEOGRAPHIC FEATURES
· Area: 890 Km2 (Seade/83)
· Population:693.744 (Censo/80)
· Climate: Tropical
· Topography: Plateau Atlantic, peripherical depression of São Paulo
· Temperature: anual position average 20, 7° C
· Altitude: 696m
· State Place: 11°
· Latitude: 22° 53' 20"
· Longitude: 47° 04' 39" W
· Boundaries:
· N Jaguariúna(24Km)
· S Itupeva(45Km)andindaiatuba (22 Km)
· E Morunga (36Km) W Sumaré(22Km)
· Distances:
· São Paulo (93Km)
· Rio de Janeiro (437Km)
· ACCESS:
· Railroad São Paulo-Campinas Rod. dos Bandeirantes São Paulo-Campinas Via Anhanguera Jacareí-CampinasVia D. Pedro I Bus Station - 690 Rua Barão de Parnaiba - Ph 2-8051/&18/19
· Railway Train Station - Ferrovia Paulista S/A - FEPASA s/n.° Pça. Marechal Floriano - Ph. (PBX)
· Air
· Viracopos International Airport- Santos Dumont Highway, Km 14-
Enterprises - TAP, GOL, AZUL , TAM. TRIP

RECURSOS CULTURAIS/ CULTURAL RESOURCES
· Museus/Museums
· Museu-Bosque dos Jequitibás - Rua Cel. Quirino, 2 - Bosque- Fone: 31.0555 Ramal 372
· Museu de Arte Contemporânea de Campinas - Rua Benjamin Constant, 1633- F. 8.4683 Centro
· Galerias/Galeries
· Galeria de Arte do Centro de Convivência Cultural - Pça. Imprensa - Fluminense - Cambul- Fone: 52.5857
· Galeria do SESC - Rua D. José I, 1270-
· Galeria do SENAC - Rua Sacramento, 290 - Centro -
· Croqui - Artes e Molduras Rua Cel. Quirino, 1592 - Cambuí -
· Aquarela - Rua Frei Manoel da Ressurreição, 746 - Guanabara-
· Galeria Logus de Arte - Rua Duque de Caxias, 385 - Centro -
· Teatros/Theatres
· Teatro Municipal "Jose de Castro Mendes", capacidade 820 pessoas - Pça. Corrêa de Lemos - Vila Industrial

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Deliberação Normativa - Sobre o guia de Turismo

. DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 426, DE 04 DE OUTUBRO DE 2001

MINISTÉRIO DO ESPORTE E TURISMO

EMBRATUR - Instituto Brasileiro de Turismo

DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 426, DE 04 DE OUTUBRO DE 2001

A Diretoria da EMBRATUR - Instituto Brasileiro de Turismo, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 10 do Decreto nº 946, de 1º de outubro de

1993, RESOLVE:

Art. 1º Editar normas disciplinando a operacionalização do cadastramento e a
classificação dos Guias de Turismo bem como fixar os critérios para aplicação das penalidades previstas no art. 10 da Lei nº 8.623, de 28 de janeiro de 1993.

Art. 2º O pedido de cadastramento como Guia de Turismo de que trata o art. 3º do Decreto nº 946, de 1º de outubro de 1993, será formulado com o preenchimento de ficha de cadastro fornecida pela EMBRATUR ou por seus órgãos ou entidades delegadas, nas unidades da Federação.
§ 1º Além do atendimento dos requisitos previstos no art. 5º do Decreto nº 946, de 1993,o autor do pedido deverá comprovar o pagamento do preço dos serviços de cadastramento cobrado pela EMBRATUR.
§ 2º Para cadastramento como Guia de Turismo, classe Excursão Internacional, será obrigatória, também, a comprovação, por meio de exame de proficiência ou atestado de fluência, em pelo menos uma língua estrangeira.

Art. 3º O requerente será cadastrado na classe de Guia de Turismo para a qual estiver habilitado, desde que comprovada esta condição, mediante apresentação de certificado de conclusão de curso específico de educação profissional de nível técnico, cujo plano de curso tenha sido previamente aprovado pelo órgão próprio do respectivo Sistema de Ensino, inserido no Cadastro Nacional de cursos de Nível Técnico administrado pelo MEC, e apreciado pela EMBRATUR.
Parágrafo único. Os órgãos próprios dos sistemas de ensino poderão recorrer a
EMBRATUR para prévia apreciação do plano de curso, quando for o caso.

Art. 4º O possuidor do crachá de Guia de Turismo emitido pela EMBRATUR deverá proceder ao recadastramento para obtenção do crachá no modelo vigente, mediante comprovação de cadastramento anterior.
§ 1º O crachá de Guia de Turismo terá validade de dois anos, contados da data de sua emissão.
§ 2º O Guia de Turismo anteriormente cadastrado na classe de Guia Local será recadastrado na classe Guia Regional; o Guia de Excursão recadastrado como Guia de Excursão Nacional ou Internacional e o Guia Especializado em Terceira Idade serão recadastrados na classe de Guia de Excursão Nacional ou Guia Regional, de acordo com a natureza do seu curso de formação.
§ 3º O crachá de Guia de Turismo emitido anteriormente à edição desta Deliberação. Normativa terá validade de dois anos.
§ 4º Para renovação do crachá de que trata este artigo, o interessado deverá entregar a cópia do crachá a ser substituído, duas fotos recentes, tamanho três por quatro, os comprovantes de pagamento da Contribuição Sindical, do Imposto sobre Serviços, da Seguridade Social e do pagamento do preço dos serviços cobrados pela EMBRATUR.

Art. 5º Para a apreciação dos planos de curso pela EMBRATUR, em atendimento ao §
1º do art. 5º do Decreto 946, de 1993, as instituições de ensino promotoras de cursos de Qualificação, Habilitação ou Especialização profissional de nível técnico de Guia de Turismo deverão comprovar o pagamento dos respectivos preços de serviço perante o órgão ou entidade estadual delegada da EMBRATUR.
§ 1º As instituições de ensino de que trata este artigo deverão comunicar previamente à EMBRATUR as datas de início e do término de cada turma, bem como encaminhar, até quinze dias corridos, contados da data de início do curso, a relação dos alunos matriculados e, em igual período, após a conclusão do curso, a relação dos alunos aprovados, especificando nome e RG, nas duas relações encaminhadas.
§ 2º O certificado de conclusão do curso de educação profissional de nível técnico de Guia de Turismo emitido pelas entidades de que trata este artigo deverá conter os números do processo e do parecer de apreciação da EMBRATUR, bem como o número do ato de aprovação do plano de curso pelo órgão próprio do respectivo sistema de ensino, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 5º do Decreto nº 946, de 1993.

Art. 6º Constituem infrações disciplinares:
I – deixar de portar, em local visível, o crachá de identificação;
II – induzir o usuário a erro, pela utilização indevida de símbolos e informações
privativas de guia de turismo;
III – faltar a qualquer dever profissional imposto pelo Decreto nº 946, de 1993;
IV – utilizar a identificação funcional de guia cadastrado fora dos estritos limites de suas atribuições;
V – não cumprir integralmente os acordos e contratos de prestação de serviço, nos termos e na qualidade em que forem ajustados com os usuários;
VI – descumprir totalmente os acordos e contratos de prestação de serviços;
VII – facilitar, por qualquer meio, o exercício da atividade profissional aos não cadastrados;
VIII – praticar, no exercício da atividade profissional, ato que contrarie as disposições do Código de Defesa do Consumidor;
IX – praticar, no exercício da atividade profissional, ato que a lei defina como crime ou contravenção;
X – manter conduta e apresentação incompatível com o exercício da profissão.
§ 1º Para fins de aplicação das penalidades previstas no art. 7º consideram-se infrações de natureza:
I – leve, as referidas nos incisos I a III;
II – média, as referidas nos incisos IV e V; e
III – grave, as referidas nos incisos VI a X.
§ 2º Considera-se conduta incompatível com o exercício da profissão, entre outras:
I - prática reiterada de jogo de azar, como tal definido em lei;
II - a incontinência pública escandalosa;
III - a embriaguez habitual;
IV - uso de drogas;
V - contrabando.
§ 3º Para os fins do disposto no art. 10 do Decreto nº 946, de 1993, consideram-se:
I - circunstâncias atenuantes:
a) ser o infrator primário;
b) a ausência de dolo;
c) ter o infrator adotado, de imediato, as providências pertinentes para minimizar ou reparar os efeitos do ato lesivo; e
d) não ter sido a ação do infrator fundamental para a consecução do fato.
II – circunstâncias agravantes:
a) ser o infrator reincidente;
b) ter o infrator agido com dolo;
c) deixar o infrator de adotar, de imediato, as providências pertinentes para minimizar ou reparar os efeitos do ato lesivo;
d) ter sido a ação do infrator fundamental para a consecução do ato e
e) o prejuízo causado à imagem do turismo nacional.

Art. 7º Pelo desempenho irregular de suas atribuições, o guia de turismo, conforme a gravidade da falta e seus antecedentes, ficará sujeito às seguintes penalidades, aplicadas pela EMBRATUR:
I - advertência;
II - cancelamento do cadastro.
§ 1º As penalidades previstas neste artigo serão aplicadas após processo administrativo, no qual será assegurada ao acusado ampla defesa.
§ 2º O guia de turismo poderá, pelo desempenho irregular de suas funções, vir a ser punido pelo seu órgão de classe, independentemente do processo administrativo a que se refere o parágrafo anterior.
§ 3º A EMBRATUR, seus órgãos delegados, as federações e associações de classe deverão dar conhecimento recíproco das penalidades aplicadas aos guias de turismo, para que cada entidade adote as providências cabíveis.
§ 4º A pessoa física não cadastrada na EMBRATUR como Guia de Turismo, que exercer esta atividade, está sujeita à penalidade prevista no art. 47 do Decreto-Lei nº
3.688, de 3 de outubro de 1941, devendo a EMBRATUR ou o órgão delegado dar conhecimento da ilegalidade à autoridade competente, para as providências cabíveis.
§ 5º Na hipótese do parágrafo anterior, estando a pessoa física exercendo a atividade na qualidade de preposto de pessoa jurídica, ficará sujeita, também, à multa pecuniária de que trata o inciso II do artigo 5º da Lei nº 6.505, de 13 de dezembro de 1977, por força do § 1º daquele dispositivo.
§ 6º Independentemente da natureza da infração e da faixa em que se situe a penalidade a ela correspondente, poderá a EMBRATUR aplicar a pena de advertência aos Guias de Turismo que não tenham antecedentes.

Art. 8º O Guia de Turismo que tiver seu cadastro cancelado, previsto no inciso II do art. 7º desta Deliberação Normativa, em decorrência de infração de natureza média, poderá requerer reabilitação provisória após cento e oitenta dias, contados a partir da data que tomou conhecimento da penalidade que lhe foi imputada, desde que inexista outro processo de denúncia em andamento contra a sua pessoa. Parágrafo único. A reabilitação à situação normal só se dará em conseqüência de requerimento do interessado e cumprida a penalidade imposta, após um ano, contado a partir da data que tomou conhecimento da penalidade que lhe foi imputada, desde que não seja reincidente.

Art. 9º O Guia de Turismo que tiver seu cadastro cancelado, previsto no inciso II do art. 7º desta Deliberação Normativa, em decorrência de infração de natureza grave, poderá requerer reabilitação provisória após um ano, contado a partir da data que tomou conhecimento da penalidade que lhe foi imputada.
§ 1º Caso o requerente de que trata este artigo for reincidente, fica obrigado à comprovação, por meio do certificado correspondente, de ter realizado curso de reciclagem, com datas de início e de término posteriores à data que tomou conhecimento da penalidade que lhe foi imputada.
§ 2º A reabilitação à situação normal só se dará em conseqüência de requerimento do interessado e cumprida a penalidade imposta, após dois anos contados a partir da data que tomou conhecimento da penalidade que lhe foi imputada, não sendo o mesmo reincidente.

Art. 10 Esta Deliberação Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 11 Revogam-se os §§ 2º, 3º, 4º e 5º do art. 11 e o § 3º do art. 12 da Resolução Normativa CNTur nº 4, de 28 de janeiro de 1983; o art. 2º da Resolução Normativa CNTur nº 12, de 17 de outubro de 1984; a Deliberação Normativa nº 234, de 7 de dezembro de 1987; a Deliberação Normativa nº 256, de 10 de maio de 1989; a Deliberação Normativa nº 325, de 13 de janeiro de 1994; a Deliberação Normativa nº 377, de 17 de junho de 1997; a Deliberação Normativa nº 386, de 10 de dezembro de 1997; a Deliberação nº 5.461, de 17 de dezembro de 1997; a Deliberação nº 5.462, de 17 de dezembro de 1997; e a Deliberação nº 5.480, de 24 de março de 1998.

CAIO LUIZ CIBELLA DE CARVALHO
Presidente
BISMARCK COSTA LIMA PINHEIRO MAIA
Diretor de Economia e Fomento
UBIRATAN SIMÕES REZENDE
Diretor de Marketing
EDSON JOSÉ FERNANDES FERREIRA
Diretor de Administração e Finanças
.
Fonte:- http://www.turismo.gov.br/turismo/legislacao/guia_turismo/dl426.html

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

*Conheça Campinas*



Companhia Paulista de Estradas de Ferro (CPEF)








Inauguração em 11 de agosto 1872








Primeiro prédio da Estação da Ferrovia Paulista




Com o declínio do preço da cana de açúcar, o café foi tomando conta das lavouras de Campinas, produto que ganhava cada dia mais valor no mercado internacional e trazia riqueza aos grandes produtores de café, os "Barões do Café".



O Transporte desse produto era via navio para a Europa, o grande consumidor, mas, a chegada até o Porto de Santos era por mulas e carroções e trem a partir da cidade de Jundiaí. A "São Paulo Railway", operava esse trecho de ferrovia e não se interessou em expandir sua malha ferroviária. Por isso os "Barões do Café" sob a liderança de Joaquim Saldanha Marinho, presidente da Província de São Paulo, se cotizaram e fundaram A Companhia Paulista no dia 30 de janeiro de 1868, sob a presidência de Clemente Falcão de Sousa Filho, porém as obras de construção da linha iniciaram-se mais de um ano após essa data. Finalmente, no dia 11 de aosto de 1872, com uma bitola de 1,60 m, chamada "bitola larga", foi inaugurado o primeiro trecho, entre Jundiaí e Campinas.



A princípio operava o trecho Campinas-Jundiaí, mas com o aumento da demanda, logo surgiram novos trechos e em 1880 já chegava a Araraquara.



O pátio da "Estação da Paulista" desempenhou o papel de entroncamento viário de diferentes companhias. Da "Estação da Paulista" partiam ou se uniam as empresas Mogiana (1872/1971), Ramal Férreo Campineiro (1889/1911) e Sorocabano (1921/1971), articulando mais de uma centena de linhas férreas capazes de receber, armazenar e fazer escoar milhões de sacas de café, gêneros de abastecimento, maquinarias, artigos de consumo e passageiros em trânsito entre a "capital" e o "interior" de São Paulo.



A Companhia Paulista foi a primeira ferrovia brasileira de primeira linha a implantar a eletrificação de suas linhas, em 1921, desenvolvendo então um ambicioso projeto que logrou dotar 452 quilômetros de suas linhas com esse novo tipo de tração ao longo de 33 anos de obras. A eletrificação adotou a voltagem de 3.000V em corrente contínua e atingia a velocidade de 120 km/h.
Após a implantação extraordinariamente bem-sucedida do programa de eletrificação entre Campinas e Jundiaí, o projeto foi paulatinamente estendido ao longo das linhas de bitola larga da Paulista, alcançando Rincão, na linha de Barretos, em 1928.




Locomotiva Elétrica GE/V8-371 da Cia. Paulista - O Trem Azul






A partir da década de 1950, as mudanças operadas na área de transporte começaram a transferir para o setor rodoviário o papel até então desempenhado pela ferrovia. No início da década de 1970, as antigas estradas de ferro paulistas foram incorporadas à FEPASA e, no curso da década de 1980, a malha ferroviária começou a ser concessionada. No caso de Campinas, a FEPASA manteve o transporte de passageiros até o ano de 2000, vivendo-se desde então um processo de reestruturação e desativação de serviços que colocou em risco a própria sobrevivência do conjunto histórico e arquitetônico do complexo.


Estação da Paulista início século XX

Oficina da Mogiana, localizada ao lado do pátio da Paulista


















fontes:-www.portogente.com.br/texto

CONSTRUA 2011

Construa 2011
(troquei a data por uma questão de lógica)

Muita gente me pergunta quais são as perspectivas para este novo ano. Muitas pessoas trabalham com o coração cheio de medo e acabam realizando somente as profecias negativas. A pergunta a fazer é: do que dependerá o resultado da sua vida em 2011? Eu digo que: da sua atitude e da sua competência em aproveitar as oportunidades. E, claro, de você jamais se deixar ficar paralisado pelo medo do que virá!

Algumas observações simples para você ter em mente:

1. Quem é mais competente cresce mais.

2. A sua atitude é fundamental. Tem gente que só sabe reclamar, e isso não resolve.
3. A sua curiosidade pode criar muito mais soluções lucrativas.

4. A sua determinação é essencial para realizar sonhos.

5. A sua garra é boa parte do que faz a sua carreira profissional deslanchar.

6. Conheça muito sobre ameaças e oportunidades. Assim, o seu jogo de cintura será grande o bastante para ajudá-lo a sair na frente.

7. É preciso estudar muito e se tornar capaz de realizar seus projetos.

8. Tenha uma atitude de realizador. Não se acomode e nem se limite a ir pelo mesmo caminho que todos estão indo.

Retomando as minhas previsões: este vai ser um ano maravilhoso para aqueles que souberem aproveitar os acontecimentos e péssimo para quem esperar vida fácil.
Torço para que você decida fazer parte do primeiro time.

Um abraço,

Roberto Shinyashiki
site:-www .Shinyashiki.com.br

sábado, 2 de outubro de 2010

Paraty- Uma Jóia do ciclo do ouro!









A meio caminho entre Santos e o Rio de Janeiro, na divisa entre os dois estados, Parati é o equilíbrio perfeito entre quem busca praias exuberantes e monumentos históricos, e como um maravilhoso bônus, um clima pacato e interiorano: acolhedor e simpático sem perder a sofisticação.


Parati – Uma jóia do ciclo do ouro

Parati foi fundada no início do século XVI, e teve pouca relevância no cenário histórico nacional em suas primeiras décadas de vida, dedicando-se à plantação da cana de açúcar. A escolha da cidade como principal porto de escoamento de ouro e pedras preciosas vindas de Minas Gerais, no entanto, mudou completamente o cenário. A então pacata vila foi quase instantaneamente alavancada ao status de uma das mais influentes e poderosas cidades da colônia, com habitantes requintados e um próspero comércio.
Elegantes palacetes foram erguidos para os moradores mais ilustres e resplandecentes igrejas ornamentadas com obras de arte e ouro foram rapidamente edificadas, para refletir o status e ostentar as glórias recém adquiridas.




Tanta riqueza não tardou a chamar a atenção dos temíveis piratas, obrigando a colônia a criar uma forte estrutura de defesa. Uma rápida caminhada a partir do centro da cidade – pouco mais de quinze minutos – conduz até o Forte Defensor Perpétuo, cuja construção remonta a 1703. Além de canhões de diversos períodos históricos, que seguem expostos no local, a vista da baia de Parati é uma atração à parte.
O
casario colonial é uma lembrança viva da riqueza do ciclo do ouro, e com suas eiras e beiras seguem orgulhoso ostentando suas cores vibrantes por todo o centro da cidade. Muitos destes palacetes tornaram-se confortáveis hotéis, com mobília colonial, decoração artística e aquele clima histórico que ajuda em muito a sensação de viagem no tempo.
Modificações do caminho de escoamento dos minérios trouxeram o declínio da prosperidade, ligeiramente revivido durante o ciclo do café, mas foi inevitável... Parati perdeu completamente sua importância económica por volta da metade do século XIX, para tristeza de seus ricos habitantes, mas, para a sorte dos turistas, que a reencontraram uma centena de anos depois, como uma formosa cápsula do tempo.


Maçonaria a céu aberto

Os maçons chegaram ainda no século XVIII, fugindo de perseguições, e encontraram um ambiente fértil e tolerante em Parati. A liberdade encontrada na cidade propiciou uma situação bastante singular: se na Europa precisavam se encontrar em segredo, sua presença em Parati pode ser notada abertamente por toda a cidade.
Os sobrados cujos proprietários eram maçons possuem faixas com símbolos geométricos de linguagem codificada. Quanto maior o grau do proprietário na hierarquia da sociedade secreta, mais intricados os símbolos na fachada da residência.

Menos visíveis, mas igualmente notáveis são as influencias no próprio planejamento urbano da cidade, como o fato das casas do centro histórico que ficam em esquinas ostentarem três cunhais de pedra formando um triângulo imaginário, e o centro histórico de Paraty ter exatamente 33 quarteirões, um número de forte simbologia maçônica. As plantas das casas foram feitas na escala 1:33.33, e creia, não é apenas coincidência.

Restaurantes, Agito e Cachaça

A culinária de Parati é reconhecida com uma das mais ricas do Brasil, reverenciada por experts e guias culinários. Há de tudo: desde estrelados restaurantes de cozinha internacional a simples e saborosa culinária caiçara, passando até mesmo por uma sorveteria italiana que não faz feio diante de suas co-irmãs européias.
Boa parte dos cafés e restaurantes, após servirem seus jantares, oferece shows com música ao vivo, e os mais animados viram madrugada adentro agitando a noite nos antigos casarões de Parati.
Outra grande fonte de renda do município desde os primórdios coloniais é a produção de cachaça. Estima-se que havia mais de 150 alambiques na região em 1850 e a qualidade do destilado tornou-se conhecida por todo o reino. Para nossa sorte, a tradição continua firme, e a “água que passarinho não bebe” produzida em Parati continua sendo motivo de orgulho aos habitantes da região.

Passeios de Escuna, Ilhas, Parques e Praias

Quem não foi ao Vaticano não conhece Roma, certo? Pois ir a Parati sem fazer um passeio de escuna é uma heresia semelhante! Muitas são as opções e os horários, e quase todos incluem escalas em uma das dezenas de ilhas da região... E, vistas maravilhosas! Os programas são um pouco “enlatados”, com aquele jeitinho de “para inglês ver”, mas ainda assim valem muito à pena.



Não muito distante do centro histórico fica a belíssima Vila de Trindade, e onde anteriormente se abrigavam piratas à espreita por um bom saque, os hippies fincaram suas bandeiras na década de setenta, adotando um estilo de vida alternativo e pacífico. Hoje seus descendentes recebem os turistas com animada cortesia, e as praias praticamente intocadas da região são a alegria dos apreciadores de mar e natureza.
Mas há ainda mais opções para suas férias em Parati. Diversas cachoeiras serpenteiam pelas serras e o Parque da Serra da Bocaína oferece agradáveis caminhadas, além de trechos perfeitamente preservados do antigo “
Caminho do Ouro” pavimentado por escravos sobre antigas trilhas indígenas.



Vale reservar alguns dias para descobrir a sua própria Parati!



fonte:-Estilo: http://www.eujafui.com.br/artigos - Destinos & Roteiros

Rio de Janeiro 1936